quinta-feira, 7 de junho de 2012

A água triste cai como um sonho,
sonho velho que se esqueceu...
Quando virás, ó meu tristonho
poeta, ó doce sonho meu?!
E minha alma, sem luz nem tenta,
passa errante, na noite má,
à procura de quem me entenda
e de quem me consolará...

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